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  • Hélio Couto

Novo Paradigma na Carreira Profissional



Com a experiência vivida em mais de 20 empresas de grande porte, a maioria multinacionais com atividade nas áreas: bancária, farmacêutica, de auto-peças, tecnologia da informação, telecomunicações, material de construção e automobilística, conheci a fundo a dificuldade dos colaboradores em galgar novas posições, seja em que nível for.

Hoje a competição tornou-se mais acirrada e é preciso aprender novas habilidades para vencer na carreira. É preciso ter um diferencial estrutural para conseguir os resultados que impulsionem a carreira além do que é considerado normal hoje em dia.

Na prática todos tem a mesma formação e esta formação está dentro do paradigma vigente. 

Um paradigma que limita a visão de mundo. A visão de como é na realidade a realidade.

Desta forma temos uma hierarquia já estabelecida dentro da qual qualquer mudança significativa implica em apresentar resultados espetaculares. Isso é óbvio é muito difícil dentro do conhecimento que se obtém nas escolas. Já que todos recebem o mesmo.

Como se destacar dentro de estruturas hierárquicas rígidas. Principalmente em função da idade e do tempo dentro da empresa?

Para superar isto é preciso dar um enorme salto de compreensão da realidade. Mudar totalmente de paradigma. Enxergar o que ninguém mais enxerga. Ver possibilidades que ninguém mais vê. Descobrir novas possibilidades dentro das infinitas possibilidades da realidade.  Criar um novo mercado e novos produtos. Adotar novas estratégias de negócios.

A compreensão do novo paradigma permite entender claramente o que significa a física quântica no mundo dos negócios. Qual a diferença entre as pessoas que já entenderam o significado das descobertas dos físicos  e as demais pessoas que não tem sequer ideia do que está acontecendo? O que os físicos descobriram no século XX aplica-se apenas a novos equipamentos eletrônicos? E nas habilidades de análise e síntese dos executivos e empresários? O que tem a ver uma coisa com a outra?

Antes da Segunda Guerra Mundial alguns físicos tentaram desesperadamente que os governos entendessem a gravidade da situação e as novas possibilidades de armamentos que o entendimento do mundo atômico permitia. Praticamente ninguém dava a mínima para todos os alertas dos físicos. Somente quando a guerra eclodiu e falou-se que o inimigo poderia ter uma arma do novo paradigma é que “acordaram” para a nova realidade. Foi preciso uma guerra mundial para que saíssem da zona de conforto. E isso só porque o inimigo poderia também desenvolver. O resultado desta história todos conhecem.

Nas outras áreas essa revolução ainda não aconteceu. Ainda vivemos como se nada tivesse sido descoberto sobre o átomo. E usando-se toda a parafernália eletrônica sem ideia do que ela significa. Aperta-se botões ou clica-se.

O diferencial na carreira e nos negócios está na próxima revolução. A evolução da consciência. A consciência de que a consciência cria a própria realidade. Um salto de auto-consciência.

No filme “Planeta dos Macacos: A Origem” temos uma visão exemplar disto. Comparem o olhar de um chimpanzé normal, o olhar do César, o olhar dos humanos de hoje em dia e o olhar dos cientistas que aparecem no documentário “Quem somos Nós?”.


Hélio Couto Site Oficial: www.heliocouto.com EAD: www.cursosheliocouto.com.br


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